sexta-feira, 30 de julho de 2010

Não desistir

As vezes nossos sonhos, caem ao chão como os pedacinhos de estrelas que pouco a pouco se apagam. Nosso coração chora em silêncio e quando as lágrimas caem, gelam todo corpo. O coração de tanto amar, se transforma em gelo para não sofrer mais. Mas se voltares ao céu, se daria conta que ainda restaram milhões de estrelas e cada uma é um sonho a se realizar e a força em seu interior, derreterá todo o gelo em seu coração. Só nunca deixe de acreditar, porque o amor e seus sonhos são a unica porta para a eternidade.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sorria!

Sorria muito, embora seu coração esteja doente. Sorria muito embora ele esteja em pedaços. Apesar do seu medo e tristeza sorria, e talvez amanhã você verá o sol vindo brilhar completamente para você! Ilumine totalmente sua face com alegria, esconda todo o traço de tristeza, embora uma lagrima possa estar sempre tão perto, é a hora que você deve continuar tentando sorrir! Qual é a vantagem de chorar? Você achará que a vida é valiosa se você sorrir simplesmente. - Charles Chaplin.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Meu amor

Sem você me perco aqui, mas ao te ver não sei como, agir, e o que restou, lembranças de nós dois, e o meu amor, pra sempre foi por ti, e hoje eu posso entender, que tudo foi como devia ser, você não sabe o que é viver assim, em meu lugar, só eu posso sentir. Então, porque você está fugindo de um passado que não tem chances de voltar, entre nós dois só resta ilusão, eu lembro quando a gente achava que tudo era pra sempre, você nem reparou, mas vejo que tudo mudou, então porque você está fugindo de um passado que não tem chances de voltar, entre nós dois só resta ilusão. Sei que tenho que superar, mas não sei o que fazer, e não quero acreditar, que eu não consigo te esquecer, então porque você está fugindo de um passado que não tem chances de voltar, entre nós dois só resta ilusão, o que restou, lembranças de nós dois, o meu amor pra sempre foi por ti.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Eu odiaria ver você chorar

Eu disse que nunca esqueceria o seu rosto, arqueado dentro de minha cabeça, e lembranças nunca parecem desbotar, você foi a melhor parte de minha vida: meu último arrependimento. Agora eu ando esta linha milhares de vezes antes, isto machuca demais para sofrer, por você, eu chorarei meu próprio coração, e escreverei nossos nomes juntos, seu amor é o cilíndro da arma, então me conte, eu estou no final certo? Eu poderia ser nada além de uma lembrança para você, não deixe esta lembrança desbotar, e no final nós voltamos e terminamos de novo, há um olhar nos seus olhos, e está gritando adeus, eu odiaria ver você chorar, seu amor é o cilíndro da arma, então me conte, eu estou no final certo? Eu poderia ser nada além de uma lembrança para você, não deixe esta lembrança desbotar, há um olhar nos seus olhos e está gritando adeus, agora eu derramo lágrimas apenas olhando para o céu, e eu odiaria ver você chorar. Eu odiaria ver você chorar.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Is the climb

Eu quase posso ver, esse sonho que estou sonhando. Mas há uma voz dentro da minha cabeça dizendo que eu nunca irei alcançá-lo. Cada passo que estou dando, cada movimento que eu faço, parece perdido sem nenhuma direção, minha fé está abalada, mas eu, eu tenho que continuar tentando. Tenho que manter minha cabeça erguida. Sempre haverá uma outra montanha, eu sempre vou querer movê-la, sempre vai ser uma batalha difícil, às vezes eu vou ter que perder, não é sobre o quão rápido eu chegarei lá, não é sobre o que está me esperando do outro lado, é a subida.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Uma droga



Um beijo se torna uma droga,
a partir do momento que ele te vicia.
Te torna dependente disso, e depois não há meios de se recuperar.



quarta-feira, 21 de julho de 2010

Era dia 7 de outubro

Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. 'Aceite', pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo. Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra. Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho. Era também o caso de Bruno. O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos. Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro. E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro.Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo. ''- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você.A gente vai se reencontrar.E ai, vamos ficar juntos pra sempre.'' Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir. O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana. Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam. Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada. Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal. - Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse. - Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu. Vocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota. - Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra? Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar. A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração. Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano. Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás. Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou. - Olha, eu tenho que conversar com você. - Diga. – Bruno sorriu. - Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas. Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante. Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto. Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara). - Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama. - O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana. A garota aprendeu a viver com a dor.
Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar. Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo. Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno. Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.
- Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo. A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera. - Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras. Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo. Eu te amo !
PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento. Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso. Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal,
O coração do homem de sua vida batia dentro dela.


PS: o texto NÃO é meu, apenas li, achei lindo e decidi postar =)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Innocence

Acordando eu vejo que tudo está bem, pela primeira vez em minha vida e agora é tão bom. Eu paro, olho em minha volta e eu estou tão maravilhada, eu penso nas pequenas coisas que tornam a vida boa. Eu não mudaria nada sobre isso, essa é a melhor sensação. Essa inocência é brilhante, eu espero que isso permaneça, esse momento é perfeito. Por favor não vá embora, eu preciso de você agora, e eu vou me prender a isso, não deixe passar por você? Eu achei um lugar tão seguro, sem uma única lágrima, pela primeira vez na minha vida e isso está tão claro, sinto calma, eu pertenço, eu estou tão feliz aqui, é tão forte e agora eu me deixei ser sincera, eu não mudaria coisa sobre isso, e este é o melhor sentimento. Essa inocência é brilhante, eu espero que isso permaneça. Esse momento é perfeito, por favor não vá embora, eu preciso de você agora. E eu vou me prender a isso, não deixe passar por você?
É o estado de êxtase você acha que está sonhando, é a felicidade interior que você está sentindo, é tão bonito que faz você querer chorar.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

When you're gone,

The pieces of my heart are missing you. When you're gone, the face I came to know is missing too. When you're gone, the words I need to hear to always get me through the day and make it ok. I miss you.


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Saudade.

É um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

É só repousar meu braços...

Sobre o papel que, sem que eu tome conhecimento, as linhas que eu escrevo se amarram em meus pulsos, como algemas de náilon. Elas passam a escrever por mim. Quando percebo, estou preso às folhas e, a cada movimento que faço tentando me libertar, mais profundos são os cortes que essas linhas entalham na minha pele. Não mais consigo empunhar a caneta. O nó aperta, atritando-se contra meus ossos. O sangue cobre as folhas pautadas, apagando tudo o que eu escrevi até então. Fitando a folha, agora vermelha, vejo que estou livre para escrever novamente, agora em novas cores. Me pergunto: Devo ou não escrever? Devo ou não dizer? Devo eu apenas guardar pra mim esses contraditórios sentimentos bifurcados? No calor da hora, a gente não percebe que as flores que a gente escreve podem atingir como espinhos a pele do destinário. A gente manda rosas, mas se esquece de avisar que elas não devem ser seguradas pelo caule, repleto de espinhos.

Se não é real...

''Você não pode ver com seus olhos, você não pode sentir com seu coração, e não vou acreditar.Bem, você construiu um mundo mágico, porque sua vida real é trágica. É, você construiu um mundo mágico.''

terça-feira, 13 de julho de 2010

Não leve a mal.

Não leve a mal, se tudo que eu posso fazer, é de longe observar você, sumindo da minha vida. Não leve a mal, são passos que eu não vou seguir. O Destino é tão longe daqui, essa não é a saída. Não leve a mal, se o que eu quero é voltar, mundo real ainda é o meu lugar, mas não se vá, não assim, não agora. Não leve a mal. Não leve a mal, se eu não pude fazer igual, ainda tenho tanto pra viver, sem você aqui, sozinho. Não leve a mal, se eu não quis alçar voo ao céu, eu fico aqui a te esperar. Você vai chorar. Não leve a mal, se o que eu quero é voltar, mundo real ainda é o meu lugar, mas não se vá, não assim, não agora, não leve a mal.

domingo, 11 de julho de 2010

Silêncio.

''Eu me pergunto... como eu deveria me sentir quando você não está aqui.''

Pois é, como eu deveria me sentir quando você não está aqui? Deveria estar bem porque sei que eu vou te ver daqui uns dias, ou devo ficar como eu fico? Triste por estarmos longe. Por eu não te tocar, não te sentir há todo instante.
As vezes o silêncio ajuda a amenizar a sua falta. O silêncio me faz sentir sua presença mesmo você não estando aqui. Estar em silêncio à meio de tanto barulho. O silêncio talvez seja nosso verdadeiro melhor amigo.

Ele te faz perceber tantas coisas... Refletir... Mas, não consigo fazer nada em tudo se ao meu lado não estiver você, não consigo não pensar em você.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Wish you were here.

Então, então você acha que consegue distinguir, o paraíso do inferno, céus azuis da dor. Você consegue distinguir um campo verde de um frio trilho de aço? Um sorriso de um véu? Você acha que consegue distinguir? Fizeram você trocar, seus heróis por fantasmas? Cinzas quentes por árvores? Ar quente por uma brisa fria? Conforto frio por mudança? Você trocou, um papel de coadjuvante na guerra, por um papel principal numa cela? Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui. Somos apenas duas almas perdidas, nadando num aquário, ano após ano. Correndo sobre este mesmo velho chão. O que encontramos? Os mesmos velhos medos... Queria que você estivesse aqui.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

The love.

Tudo parecia uma enorme pintura abstrata onde nada acontecia, além do movimento de gente passando pra olhar. Eu cansei de passar pra olhar e decidi ficar ali, fitando aquela gravura, pelo maior tempo possível. Suas cores eram tão vivas e constrastantes que pareciam lutar umas com as outras. As pinceladas eram tão firmes e, ao mesmo tempo, aparentemente aleatórias, que pareciam ferir a tela. Eu tecia todo tipo de comentário a respeito da obra para mim mesmo, enquanto todos os outros apenas passavam desatentos. De real, basta o mundo. Eu quero é partir em busca do que é incógnito, improvável e incorreto. Eu vejo sentido no abstrato e, sim, muita vida no que muitos convencionaram chamar de 'natureza morta'. O que é mais abstrato do que o amor? Ele não tem forma nem cor, mas é o que me faz parar o coração. A gente busca incessantemente essa sensação de enfartar de amor,sentí-lo pulsando e estourando nossas veias.Que outra coisa nos leva a isso? O que mais justifica todos os poemas, todas as músicas, toda a angústia e inspiração do mundo? Só ele, o amor. A pintura abstrata que muita gente já não aprecia mais. Em busca de retratos reais, a gente se joga nas cordas do comodismo, esquecendo o verdadeiro motivo de estarmos aqui.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

4 months!

Dia 07/03/2010, apareceu um certo anjo na minha vida, um anjo que me protege, que me faz feliz, que está do meu lado a qualquer instante, um anjo que simplesmente me ama, que me faz bem. Nada era concreto, nada era certo. Não era para chegar onde chegou. Ninguém acreditava. Mas nós, queríamos mais, fomos mais fundo, até chegar no: eu te amo. Uma simples frase, com três palavras, sete letras, mais com um significado sem significado! Mais que significa muito pra mim, pra você. Apenas um sentimento, que quando vem te domina por inteiro, te deixa bobo, te deixa apaixonado. Hoje, dia 07/07/2010, fazem quatro meses que eu tenho tudo isso, bastou apenas quatro meses para mudar a minha vida! Quatro meses que eu aprendi tanta coisa! Aprendi a amar, aprendi o que é felicidade, aprendi o que é um sorriso sincero, um abraço sincero. Apenas um 'oi' sincero. Aprendi o que é sinceridade. Depois de tantos anos, bastou quatro meses pra fazer tudo ter sentido! Tudo isso para apenas dizer que esses quatro meses foram os melhores meses da minha vida, como foi o primeiro mês, o segundo, o terceiro e vai ser o quarto, o quinto... Até o infinito, vamos estar um do lado do outro, a qualquer circunstância. São tantos os nossos sonhos, planos que eu prometo que vou fazer um por se realizar, vou te dar o mundo e muito mais. Eu te amo, Rafael Visentainer, e obrigada por esses 4 meses ao meu lado, me fazendo ser a pessoa mais feliz do mundo!

''*eu vou estar com você amor
*em seus sonhos
*eu estou com você a todo momento.''

segunda-feira, 5 de julho de 2010

In the sky...

Quando eu acordar na manhã de sol, bem, eu me sinto um outro dia está apenas começando. Eu vejo aquelas nuvens no céu, e eu não me importo, tudo vai ficar bem. E eu quero que você saiba, alguns sentimentos vem e vão mas o meu por você nunca vai mudar. É mais difícil do que parece saber em que acreditar, aqui na minha mente eu te abraçar. Eu tenho que continuar a caminhar com a cabeça erguida, porque eu vi, o céu em um dia como isso, e eu sei, eu serei livre, eu vou ser livre... Bem, eu nunca vi um rosto como o seu, faz-me sorrir quando eu penso em você com certeza. E tudo que temos é tudo que temos para mostrar, e tudo o que precisamos está aqui de graça. Apenas pensei que deixaria que você conhece. E quando eu te abraçar, é você que eu mais amo, você pegar a minha solidão embora. Eu vi você em meus sonhos e então você veio para mim. Você será meu?, espero apenas. Eu tenho que continuar a caminhar, com a cabeça erguida, porque eu vi, o céu em um dia como, isso e eu sei, eu serei livre.

domingo, 4 de julho de 2010

Missões?

Eu falo de missões que a gente dá a si mesmo. Estamos cumprindo? Estamos, ao menos, tentando cumprí-las? Será que a gente sabe qual é a nossa missão aqui? O espelho pode nos dizer isso melhor do que ninguém. Estou cansado de gente que não consegue olhar nos olhos. Pura e simplesmente por não saber que é atrás dos olhos que se encontra a nossa alma, nosso verdadeiro ser. Essas pessoas não conseguem nem olhar nos seus próprios olhos, pois sabem que vão ver o que não querem, mas sabem o que é. Sabem que estão em débito para consigo mesmos, e não se demonstram interessados em saldar essas dívidas. Falando assim, posso parecer feito de certezas, quando, na verdade, não passo de um homem cheio de dúvidas.
Mas são essas dúvidas que me guiam atrás de respostas. E o que eu digo aqui, eu aprendi durante essas buscas infindáveis.
Quantas vezes acabei encontrando uma pergunta ainda mais inquietante, quando tudo o que eu queria era uma resposta curta e certeira. Não há. Nunca houve. Algumas delas o espelho me conta, quanto a outras, me dá somente dicas confusas. E tem também aquelas que são tão complicadas que eu nem sei por onde começar a perguntar. E é por não ter respostas para tudo que eu acabo escrevendo pra mim mesmo essas perguntas. Chegando ao fim de seu percurso, ainda ofegante, ele deposita todo o peso de seu tronco sobre as mãos nos joelhos. E fala a si mesmo uma porção de coisas que, aos ouvidos alheios, não têm nexo algum. Ele balbucia as mesmas lamúrias repetitivas que sempre fizeram parte da sua vida. Como se lhe fossem combustível vital e imprescindível para o funcionamento do coração.
Com parte do fôlego recuperado, ele torna a andar, procurando nos olhos dos passantes algum vestígio do semblante daquela que ele tanto procurou. Percebe que está totalmente perdido.

(por: @beeshopfrases)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

É comum...

Ficarmos em dúvida entre a Barbie e a Susie, mas no final sempre optamos pela Barbie, mas por que? Porque ela é loira, alta e linda. E a Susie é só mais uma boneca bonita, que não se compara com a perfeição da diva Barbie. Mas se eu ainda brincasse com bonecas, compraria a Susie. Talvez a Barbie da vida real seja aquela garota que você conhece e que todos acham linda e maravilhosa, mas que você sabe que é uma pessoa totalmente vazia e superficial, e talvez você seja a Susie da vida real, não tão linda e maravilhosa, mas por dentro uma pessoa com um enorme coração que é muito melhor do que qualquer Barbie por ai.